Paredes de Coura: Município investe 2,2 ME na ampliação da zona industrial de Formariz

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A zona industrial de Formariz, em Paredes de Coura, está a ser alvo de obras de ampliação e requalificação de 2,2 milhões de euros cofinanciados em 1,5 milhões por fundos comunitários, foi hoje revelado.

“Com um investimento total de 2,2 milhões de euros, dos quais 1,8 milhões são investimento elegível e 1,5 milhões são cofinanciados pelo Programa Operacional Norte 2020, ao abrigo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, a operação ‘Ampliação e Requalificação da Área de Acolhimento Empresarial de Formariz’ traduz-se pela criação de novos lotes, novos arruamentos com ligação aos existentes, bem como a dotação de parques de estacionamento que permitirão tornar mais funcional e atrativa a instalação de novas empresas neste parque industrial”, descreve, em comunicado, aquela autarquia do distrito de Viana do Castelo.

Por outro lado, vão ser criados “novos lotes no interior do parque industrial, alguns dos quais para equipamentos/espaços verdes”.

“Da mesma forma que serão reconfigurados alguns dos lotes já existentes com o objetivo de melhorar as vias de acesso ao parque e a circulação no seu interior, salvaguardando o afastamento ao aglomerado urbano e a redução do impacte dos potenciais ruídos e degradação da qualidade do ar”, indica o município.

Com esta ampliação e requalificação, a renovada Zona Industrial de Formariz vai também “permitir a concentração das atividades industriais num único local, contribuindo para um melhor ordenamento do território, melhorando, assim, a imagem do concelho de Paredes de Coura”, acrescenta.

A câmara esclarece que a ampliação surge devido à “reconhecida dinâmica empresarial de Paredes de Coura aliada à intensa ação do executivo municipal ao nível da captação de investimento”, que foram “reforçados pela construção de melhores acessibilidades do qual ganha especial relevo a recentemente inaugurada ligação à autoestrada A3”.

“Hoje no nosso concelho há muito investimento a acontecer porque, desde sempre, compreendemos o tempo dos empresários e temos velocidade institucional”, explicou Vitor Paulo Pereira, presidente da autarquia, citado no comunicado.

O autarca defende a necessidade de “aprofundar os relacionamentos de complementaridade com a Galiza e de integração das cadeias de produção”.

“Teremos de ver cada vez mais as fronteiras não como uma linha, mas como uma porta para novas oportunidades de negócio”, observou.

LUSA

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