Mau tempo: Aguiar-Branco visita zonas atingidas no distrito de Viana do Castelo e Alcácer do Sal

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O presidente da Assembleia da República vai visitar, no sábado, municípios do distrito de Viana Castelo atingidos pelas recentes intempéries, e na segunda-feira estará em Alcácer do Sal, cidade que regista avultados danos em consequência das inundações.

No sábado, acompanhado pelos deputados eleitos pelo círculo de Viana do Castelo, José Pedro Aguiar-Branco estará pelas 09:30 na praia de Moledo, seguindo para Vila Praia de Âncora.

Ainda no distrito de Viana do Castelo, círculo pelo qual foi eleito deputado, o presidente da Assembleia da República desloca-se pelas 11:30 a Ponte da Barca e termina o seu périplo pelas 12:15 em Arcos de Valdevez.

Já na segunda-feira, no âmbito do seu programa “Parlamento próximo”, iniciativa que será desta vez dedicada ao distrito de Setúbal, José Pedro Aguiar-Branco visita Alcácer do Sal pelas 15:00. Uma deslocação em que o presidente da Assembleia da República estará acompanhado pelos deputados eleitos pelo círculo de Setúbal.

Segundo fontes parlamentares, em breve, o presidente da Assembleia da República deverá também visitar as zonas atingidas pelas recentes tempestades nos distritos de Leiria e de Coimbra.

O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, um voto apresentado pelo presidente da Assembleia da República de solidariedade para com as comunidades e municípios atingidos pelas tempestades. Um voto no qual se manifesta pesar pelas vítimas mortais e também se salienta a ação de autarcas, bombeiros, Proteção Civil e forças de segurança.

No voto, refere-se que, nas últimas semanas, “Portugal sofreu uma sucessão de tempestades de grande intensidade, que se abateram sobre parte considerável do território nacional”.

“A conjugação atípica de fortes rajadas de vento e de largos períodos de intensa precipitação causou, em muitas regiões do país, um rasto de destruição e sofrimento. À devastação de campos e florestas, somaram-se o abatimento de estradas e a danificação de linhas elétricas, com severo prejuízo para a comunicabilidade de diversas regiões portuguesas. Casas, empresas, edifícios públicos e monumentos sofreram também o impacto das intempéries, ao mesmo tempo que se registavam, em diferentes latitudes do território, inundações, subida dos caudais dos rios e abatimentos de terras”, salienta-se neste voto.

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