O responsável pela construção de um novo porto de mar em Vila Praia de Âncora visitou finalmente a obra, 14 anos depois de ter negociado com o Governo do socialista António Guterres aquele que ficou conhecido como o “orçamento do queijo”, para os anos 2001 e 2002.
Daniel Campelo, do CDS-PP, exigiu ao governo minoritário do PS, em troca pela aprovação do Orçamento, a concretização de um pacote de obras no Alto Minho, entre elas o novo portinho de Vila Praia de Âncora. Uma obra há muito ansiada pela comunidade piscatória local, mas que acabaria por revelar-se uma grande dor de cabeça.
O assoreamento à entrada do porto é uma constante, impedido a entrada e saída de embarcações. Algumas outras incorrecções no projecto dificultam o trabalho dos pescadores, que não foram tidos nem achados.
No local, Daniel Campelo, agora candidato ao Parlamento Europeu nas eleições de 25 de Maio, prometeu lutar para que os problemas do Portinho sejam corrigidos, mais de uma década depois de ter negociado a obra sem nunca ter posto os pés no Portinho para perceber como estava a correr.
O cabeça de lista da Aliança Portugal, a coligação do PSD e do CDS-PP às eleições europeias, Paulo Rangel também acompanhou esta visita ao portinho de Vila Praia de Âncora, numa iniciativa de pré-campanha eleitoral, e mostrou-se preocupado com o que viu. Recordo que os problemas do portinho de Vila Praia de Âncora são reportados há mais de uma década pelos pescadores locais.
O eurodeputado, candidato a um novo mandato, mostrou-se conhecedor das anomalias daquele porto de pesca do concelho de Caminha e prometeu ainda hoje tentar resolver pelo menos os problemas mais simples.
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