Contas 2017: PS admite que as contas não são boas mas responsabiliza legado do passado

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O saldo negativo de dois milhões de euros referente ao exercício de 2017 é, segundo a bancada do Partido Socialista, o acumular de uma situação muito difícil herdada do anterior executivo em 2013, e que Miguel Alves nunca escondeu.

Coube à deputada Paula Aldeia apresentar os argumentos da sua bancada começando por reconhecer que efetivamente as contas não são boas.

Mas se não houve qualquer obra grandiosa e se a despesa até diminuiu, afinal onde está o problema? Paula Aldeia convidou a um exercício de memória.

A herança pesada do passado é, segundo o PS, a grande responsável para que a Câmara de Caminha se encontre na situação financeira difícil que está.

A deputada do PS sublinhou que o executivo nunca escondeu a difícil situação financeira e lembrou o esforço feito para cortar nas gorduras.

Para o PS tempos difíceis se avizinham e é altura de todos refletirem no sentido de se conseguir alcançar a estabilidade.

 

 

 

 

 

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