O PSD de Caminha mostra-se satisfeito por “chegar ao fim mais um lamentável episódio da vida política caminhense criado por todos aqueles que tentaram destruir a carreira política e profissional da Dra Júlia Paula Costa”.
Em comunicado, a concelhia social-democrata refere que a ex-presidente da Câmara foi “alvo de uma das maiores cabalas políticas de que há memória, da qual se conhecem agora , publicamente, os protagonistas”.
O PSD considera que “não é inocente o facto de algumas testemunhas serem as mesmas em todos os processos colocados de forma anónima, à ex presidente de Câmara”. Aquela força política refere-se concretamente a Rosa Sampaio, assessora de comunicação da autarquia caminhense e Joaquim Guardão, presidente da concelhia do PS de Caminha.
Para o PSD de Caminha, “fica a séria dúvida se quem criou toda esta cabala à volta da dra Júlia Paula, serão o mesmos que conseguiram uma vitória política há três anos atrás, depois de tanto tempo a fazerem denúncias com base em habilidades e anonimatos”.
Em declarações à Rádio Caminha, Liliana Silva, a líder da concelho laranja, reitera as acusações: “foi uma verdadeira cabala política, tentaram destruir a carreira política de Júlia Paula Costa”
Liliana Silva regozija-se por “finalmente se ter descoberto a verdade toda” sobre o caso “Maria Antonieta” que, através de de redes sociais, email’s e blogues anónimos, criaram mentiras sobre membros do anterior executivo
Esta posição do PSD de Caminha surge na sequência do acordo alcançado entre o jornalista Manso Preto e a ex-presidente da Câmara Júlia Paula Costa.
O jornalista, que estava acusado pelo Ministério Público dos crimes de injúria e difamação agravada, declarou que foi usado inocentemente para prejudicar a imagem política da ex-presidente de Câmara Júlia Paula Costa, mostrando-se arrependido por divulgar mensagens através de correio electrónico cujo respectivo teor “era ofensivo da dignidade pessoal e do bom nome profissional de Júlia Paula Costa.”