A presidente da Câmara de Caminha disse na reunião do executivo da passada quarta-feira que vão ter de gastar verbas muito avultadas na conservação de vários edifícios municipais que se encontram em avançado estado de degradação. Pavilhões Municipais a meter água e com os tetos a cair, Museus, Ludoteca, Biblioteca e Torre do Relógio a chover dentro, foram apenas alguns dos exemplos deixados pela autarca que acusou o anterior executivo de “desinvestimento” nestes últimos 12 anos. Em resposta, o vereador Rui Lages lembrou que os autarcas são eleitos para resolver problemas, e que agora cabe a este executivo resolvê-los tal como o PS fez no passado. O eleito da oposição diz que a Câmara tem dinheiro e candidaturas aprovadas, deixadas pelo seu executivo, para avançar com estas obras, nomeadamente no Museu Municipal e Torre do Relógio, que se encontram em mau estado de conservação como o Jornal C teve oportunidade de noticiar.
Para Liliana Silva o estado em que estão os edifícios camarários é uma “herança pesada” deixada pelo anterior executivo.
Sobre este assunto, Rui Lages lembrou que o anterior executivo também foi obrigado a intervir em edifícios que estavam em mau estado, dando como exemplo o edifício dos Paços do Concelho que metia água por todo o lado, entre outros que enunciou.
O vereador da oposição lembrou que é para resolver problemas do concelho que os autarcas se candidatam e são eleitos, e lembrou que a Câmara tem dinheiro e candidaturas aprovadas para intervir em alguns desses edifícios, nomeadamente a Torre do Relógio e o Museu Municipal.
Liliana Silva voltou ao tema para reiterar a situação caótica de alguns edifícios que são pertença da Câmara de Caminha e lembrou uma vez mais que as obras do edifício dos Paços do concelho não contemplaram a acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida.
Liliana Silva a dar conta do estado “caótico” de alguns edifícios camarários.





