No dia Nacional do Mar pescadores alertam para falta de condições

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Hoje é Dia nacional do Mar…
Esta celebração teve origem na “Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar que entrou em vigor a 16 de novembro de 1994. Portugal ratificou o documento em 1997.

O mar assume uma importância estratégica para Portugal, sendo um sector vital para a economia portuguesa e para o produto interno bruto. O mar português dá trabalho a 100 mil pessoas e representa uma riqueza anual de 8 mil milhões de euros.

Em Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, existe uma comunidade de pescadores que diariamente se fazem ao mar, desfiando muitas vezes a sorte tal é o estado de assoreamento em que se encontra o Porto de Abrigo.

Neste Dia Nacional do Mar, falamos com Vasco Presa, porta-voz da classe piscatória que nos últimos anos se tem batido por chamar a atenção para os problemas da classe piscatória.
As condições do Portinho, que se têm vindo a degradar, é a maior dificuldade mas não é a única que os pescadores enfrentam, como lembra Vasco Presa. 

 

Um potencial subaproveitado onde é preciso fazer muito mais, é desta forma que o Mestre Vasco olha para o mar. 

 

Em Vila Praia de Âncora, entre 60 a 70 homens saem diariamente para o mar, mas podiam ser muitos mais se as condições fossem outras. Neste momento ganham outros portos, nomeadamente no estrangeiro que oferecem melhores condições à classe. 

 

No dia nacional do Mar, vale a pena reflectir.

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