Melgaço recorda o centro histórico em outros tempos

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A partir de manhã, 23 de março, será possível recuar no tempo e conhecer Melgaço de outros tempos: um variado espólio de fotografias dá mote à exposição ‘Memórias no Centro Histórico’. A inauguração acontece às 15h00, no Solar do Alvarinho.

Dar a conhecer diferentes perspetivas da herança cultural de Melgaço, sensibilizando para a preservação e valorização do Centro Histórico, é o propósito da ação que assinala o Dia Nacional dos Centros Históricos, comemorado anualmente a 28 de março: ‘Outros olhares das ruas e dos monumentos do centro histórico melgacense, mas também a infância de muitos dos moradores’, garante a organização. A iniciativa não seria possível sem a colaboração de todos os moradores: ‘as fotografias foram gentilmente emprestadas pelos seus moradores’, conta a organização.

A mostra estará patente no Solar do Alvarinho até ao dia 15 de abril e a partir do dia 24 de abril encontrar-se-á no Núcleo Museológico da Torre de Menagem.

No Dia Nacional dos Centros Históricos, as entradas no Núcleo Museológico da Torre de Menagem e no Museu de Cinema de Melgaço – Jean Loup Passek serão gratuitas. São também sugestões da autarquia a visita ao Castelo de Melgaço; ao Solar do Alvarinho; à Igreja Matriz; e à Igreja da Misericórdia.

Ainda para assinalar a data, os alunos do 4º ano terão oportunidade de assistir, no dia 16 de abril, a uma recriação de cenas do quotidiano da Sociedade Medieval. A iniciativa será protagonizada pelos alunos do 10ºC (Agrupamento de Escolas de Melgaço) e acontece entre as 10h00 e as 15h30.

A saber…

O Dia Nacional dos Centros Históricos comemora-se anualmente a 28 de março, data do nascimento de Alexandre Herculano, seu patrono. Foi formalmente criado em 1993, sendo rapidamente adotado pela maioria das autarquias portuguesas com centro histórico com o propósito de promoverem todas as atividades com vista à defesa, salvaguarda, conservação, recuperação, reabilitação, revitalização e animação dos centros históricos dos aglomerados urbanos, através de uma estreita colaboração, embora sem fins lucrativos, dos municípios portugueses, zonas essas carecidas de proteção, como valores culturais que são da maior importância nacional e de indiscutível interesse público e, principalmente, como contributo para o progresso e bem-estar das populações que deles desfrutam e usufruem.

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