Caminha: Barreiras arquitectónicas são uma dificuldade para quem tem mobilidade reduzida

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As barreiras arquitetónicas e a dificuldade que as pessoas com mobilidade reduzida têm para se movimentar no concelho de Caminha, nomeadamente na sede do concelho, foi um dos assuntos de destaque na última reunião da Assembleia Municipal de Caminha que teve lugar na passada quinta-feira no Cineteatro em Vila Praia de Âncora.

O tema foi levado à reunião no período destinado as intervenções do público pela caminhense Isabel Varela, invisual, que deu conta das dificuldades que é obrigada a enfrentar diariamente para se deslocar na vila.

Aquela cidadã pediu mais atenção para este problema que, como sublinhou não afeta apenas pessoas portadoras de deficiência mas também idosos, crianças e pessoas que transportam bebes em carrinhos.

 

Isabel Varela chamou ainda a atenção para o facto de obras recentes realizadas no concelho não terem tido em conta pessoas com mobilidade reduzida ou invisuais, dando como exemplo a obra da marginal de Caminha. A cidadã pediu mais sensibilidade para o problema da mobilidade.

Os vários grupos políticos com assento na assembleia municipal agradeceram a intervenção de Isabel Varela e deixaram a promessa de uma maior atenção para este problema futuramente.

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