Agricultores pedem código contributivo especial para agricultura de subsistência

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Um código contributivo adaptado aos agricultores de subsistência, à pequena  agricultura familiar. É o que exigem a ARAAM- Associação Regional dos Agricultores do Alto Minho e a ACEB- Associação para a Cooperação Entre Baldios. Aquelas duas entidades organizaram a Jornada de Reclamação da Lavoura do Alto Minho, que já dura há uma semana e termina no final do mês, tendo como ponto alto o dia de amanhã com a entrega de um documento na Segurança Social reivindicando a alteração do actual código contributivo.

Em declarações à Rádio Caminha, o porta-voz da ACEB, Eugénio Vitor, explica que os pequenos agricultores foram obrigados a colectarem-se para poderem vender o que colhem,  o que os obriga a pagar impostos que, segundo este responsável, estão acima das possibilidades de quem se dedica à agricultura apenas para sobreviver, muitos deles já idosos, que utilizam os campos como meio de obter um complemento à reforma.

O porta-voz da ACEB explica que até para vender meia dúzia de ovos, os agricultores têm agora de emitir uma factura, o que na sua opinião, não faz sentido. Por isso, a ACEB e a ARAAM exigem a criação de um código contributivo para aplicar à pequena agricultura familiar.

A Jornada de Reclamação da Lavoura do Alto Minho tem amanhã o ponto alto com a entrega na Segurança Social de um documento a reivindicar um código contributivo especial para aqueles que se dedicam à agricultura de subsistência, à pequena agricultura familiar.

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