No seguimento da denúncia levada à reunião da Câmara de Caminha da passada semana, de uma alegada descarga poluente no rio Âncora, que segundo a oposição se trataria de um crime ambiental, e depois da Presidente da Câmara, Liliana Silva, esclarecer que se tratava apenas de um desmoronamento de terras, o Jornal C – O Caminhense questionou o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) sobre esta ocorrência e do resultado da investigação.
Em resposta, aquela unidade da Guarda Nacional Republicana (GNR) informou que “a ETAR da Gelfa e estações elevatórias das Águas do Norte procederam à recolha de amostras de água do Rio Âncora para análise, com vista à determinação da origem da coloração, sedimentos e oxigenação.
Segundo o Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo, “no relatório da análise é referido que o PH era de 6.11; Carência Química de Oxigénio inferior a 15mg/L; Sólidos Suspensos Totais de 6mg/L”, pelo que, “das diligências efetuadas, não foi possível detetar nenhuma causa da coloração da água“, referem.
O Comando Territorial informou ainda que irá manter o patrulhamento regular, “contudo foram esgotadas as diligências de investigação”.



