Autarca de Caminha preocupado com possibilidade do vale do Âncora perder serviço de emergência médica

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O socorro imediato aos cerca de 10 mil habitantes  do vale do Âncora prestado pelo INEM através dos bombeiros de Vila Praia de Âncora poderá estar em risco. O alerta foi dado ontem à Rádio Caminha pela presidente da direcção daquela associação de voluntários. Laurinda Araújo explicou que em causa estão os valores pagos pelo Instituto Nacional de Emergência Médica àquela corporação de bombeiros, que opera uma ambulância de emergência médica durante as 24 horas do dia.

A situação está a ser acompanhada com apreensão pela Câmara de Caminha. O presidente, Miguel Alves, diz conhecer o problema e perceber a posição dos bombeiros de Vila Praia de Âncora, que admitem rescindir o protocolo com o INEM. Mas, avisa também que os habitantes do vale do Âncora não podem ficar sem serviço de emergência médica.

A possibilidade de rescindir o protocolo com o INEm deve-se às dificuldades financeiras que os bombeiros de Vila Praia de Âncora enfrentam, não tendo dinheiro nem para pagar os salários dos funcionários da instituição.

O presidente da Câmara, Miguel Alves, diz que a autarquia vai tentar ajudar, nomeadamente no pagamento de dívidas, mas sobretudo ao nível do financiamento da instituição.

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