Partilha transfronteiriça de equipamentos de saúde parada por falta de colaboração dos governos

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Há mais de três meses que a UNIMINHO, a associação que reúne 20 municípios do Alto Minho e da Galiza, espera que a ARSNorte e o Governo regional da Galiza indiquem os nomes de dois responsáveis para ajudar a concluir o projecto que prevê a utilização comum dos equipamentos de saúde pela população do Alto Minho e da Galiza.

Desde 2010 que o estudo está a ser realizado, mas parou agora porque falta a colaboração dos Ministérios da Saúde Português e Espanhol.

Rui Solheiro, presidente da UNIMINHO, explicou à Rádio Caminha que o projecto está concluído no que diz respeito à disponibilidade dos serviços e à sua procura por parte dos utentes. Falta apenas a colaboração dos Governos para quantificar os custos e a forma de os pagar que esta partilha vai implicar.

Graças a esta proposta de cooperação transfronteiriça na área da Saúde, envolvendo equipamentos públicos do Alto Minho e da Galiza, cerca de oitenta mil portugueses podem passar a ter os hospitais de Vigo como “referência” e os habitantes de Vigo podem ser encaminhados para o hospital de Viana do Castelo em casos de acidentes vasculares cerebrais.

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