Miguel Alves preocupado com o término, em 2018, do contrato entre a Câmara e a Misericórdia de Caminha

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O presidente da Câmara de Caminha está preocupado com o final do contrato de arrendamento estabelecido entre o Município de Caminha e a Santa Casa da Misericórdia de Caminha (SCMC) relativo ao arrendamento do edifício do antigo Hospital da instituição onde atualmente funcionam maioria dos serviços camarários.

Numa entrevista ao Jornal C, o presidente da autarquia caminhense informou que o contrato de arrendamento chega ao fim em 2018 e que as negociações com a SCMC, que entretanto já denunciou o contrato, vão ter que se iniciar em breve.

Se a Câmara não chegar à acordo com a SCMC, Miguel Alves sublinha que os serviços podem ter que abandonar o edifício em finais de 2018.

Para Miguel Alves a questão é de fundo: “Como é que foi possível a Câmara ter investido na recuperação daquele edifício 2,5 milhões de euros não ter acautelado uma prorrogação do arrendamento que estava em vigor.

Miguel Alves preocupado com a questão do fim do contrato de arrendamento do antigo Hospital da Santa Casa da Santa Casa da Misericórdia de Caminha, que acontece no final do próximo ano.

 

 

 

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