Pescadores e autarcas do Litoral Norte querem que ministra das Pescas garanta excepcionalidade para Portugal na utilização de redes de deriva

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Uma reunião urgente com a ministra da Agricultura e Pescas para lhe dar a conhecer a preocupação com a proposta de proibição da utilização das redes de deriva na pesca artesanal. É o pedido que oito municípios e respectivas associações de pescadores do Litoral Norte do país fazem a Assunção Cristas. O objectivo é garantir que a proibição de utilização daquele tipo de redes não será aplicada a Portugal.

Um pedido que surge após uma reunião realizada ontem em Caminha que juntou todas as entidades. Pescadores e autarcas temem que o projecto da União Europeia ponha em causa a captura de espécies como, por exemplo, a sardinha, ou, no caso dos rios, a  lampreia e o sável. O apelo é feito pelos municípios e associações de pescadores de Caminha, Valença, Vila Nova de Cerveira, Viana do Castelo, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Matosinhos.

Em causa, segundo a autarquia de Caminha, está o regulamento do Conselho Europeu – COM 265 “através da qual a União Europeia pretende proibir a utilização de todos os tipos de redes de deriva nas pescas”.

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