Presidente da CIM Alto Minho assina protocolo com fundo ambiental para apoiar recolha seletiva de biorresíduos

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O presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Alto Minho, António Barbosa, no passado mês de dezembro, em Lisboa, um protocolo de colaboração técnica e financeira com o Fundo Ambiental, para apoiar a implementação de projetos de recolha seletiva de biorresíduos no âmbito do programa RecolhaBio 2025. O investimento global ascende a 747.729,95€. A cerimónia contou ainda com a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves.

Inserido no Programa RecolhaBio, este protocolo tem como objetivo reforçar a capacidade dos municípios do Alto Minho na recolha seletiva e reciclagem de biorresíduos na origem, apoiando a infraestruturação necessária, a aquisição de equipamentos e ações de sensibilização dirigidas às comunidades locais. O financiamento atribuído dá continuidade aos apoios disponibilizados desde 2022 ao abrigo do mesmo programa, que tem permitido desenvolver investimentos significativos na gestão sustentável dos biorresíduos urbanos no território.

No âmbito deste protocolo, a CIM Alto Minho continuará a acompanhar e monitorizar os projetos implementados pelos municípios. Entre as iniciativas financiadas incluem-se a instalação de contentores e equipamentos específicos para biorresíduos, a aquisição de viaturas elétricas para recolha seletiva de biorresíduos, projetos de compostagem comunitária e doméstica, o desenvolvimento de ferramentas digitais de monitorização e diversas ações de sensibilização e capacitação dirigidas à população. Todas as ações estão alinhadas com os PAPERSU – Planos de Ação de Gestão de Resíduos – municipais em vigor.

António Barbosa destacou a importância do investimento e o seu alinhamento com as prioridades estratégicas do Alto Minho, em matéria de valorização de recursos e de transição para a economia circular, afirmando que “a gestão sustentável dos resíduos é uma das dimensões essenciais da transição climática e da economia circular no território”. “Este protocolo permite-nos reforçar o trabalho já desenvolvido pelos municípios e consolidar uma estratégia regional que aposta na redução do desperdício, na valorização dos recursos e na promoção de comportamentos mais sustentáveis”, frisou.

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