Operação Éter: Autarcas ficam de fora da acusação do Ministério Público

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As mais de seis dezenas de autarcas constituídos arguidos no âmbito da Operação Éter, entre eles o presidente da Câmara de Caminha Miguel Alves, ficaram de fora da acusação do Ministério Público.

Após um ano em prisão preventiva, o ex-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal foi agora acusado, a par de 20 arguidos, pelo Ministério Público de utilizar a instituição em seu proveito pessoal.

A notícia foi avançada pelo Jornal de Noticias na edição de domingo (27 de outubro).

Segundo aquele diário, “a Melchior Moreira são imputados crimes de corrupção e de recebimento indevido de vantagens, incluindo por, alegadamente, ter promovido contratos que visariam a promoção da sua imagem, tendo em vista ser presidente da Liga de Futebol”.

Na acusação agora conhecida, ficam de fora dezenas de autarcas arguidos por ajustes diretos em torno da instalação de Lojas de Turismo.

O Ministério Público terá optado por persegui-los num inquérito autónomo.

Por agora, apenas são apreciados os contratos especificamente celebrados pelo Turismo do Porto e Norte de Portugal.

 

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