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Maestro Lanhelense Filipe Cunha conquista músicos e público Brasileiro

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O maestro lanhelense Filipe Cunha obteve um grande sucesso na sua estreia no Brasil, dirigindo a Orquestra do Theatro da Paz.  Este concerto marcou um momento importante na sua carreira consolidando a sua projeção internacional.

O maestro Flipe Cunha assumiu a direção do concerto do dia 8 de Abril com Orquestra do Theatro da Paz, num dos mais prestigiados palcos brasileiros, demonstrando toda a sua expressividade, energia e capacidade artística, a par de uma enorme musicalidade e grande simpatia.

Segundo a orquestra, “a sua profundidade e o carácter preciso da sua regência contagiaram músicos e público, que aplaudiu efusivamente todas as obras executadas, deleitados com a sua regência”.

A opinião dos músicos da Orquestra foi unânime no elogio do trabalho realizado pelo maestro Filipe Cunha nos ensaios, “pela sua capacidade de transmitir claramente a sua ideia musical e fazer confluir toda a orquestra para um resultado final fantástico. Foi uma semana memorável”.

Para a maioria dos elementos da orquestra “foi magnífico fazer música com este grandíssimo maestro”.

O Solista do concerto, o trompetista Flávio Teixeira, garantiu também que “foi um privilégio” trabalhar com o maestro Filipe Cunha, num concerto muito exigente.

Muitos outros elementos da orquestra manifestaram o seu apreço pelo maestro e a sua enorme vontade de que volte novamente a dirigir a orquestra no futuro.

O espetáculo, “Uma Viagem Luso-Sinfônica”, sob a regência do maestro convidado Filipe Cunha encantou o público presente. Foi a primeira vez do maestro no Brasil para reger uma orquestra. O concerto também contou com a participação do solista Flávio Teixeira.

O repertório reuniu obras de compositores portugueses passando por diferentes estilos e épocas da música e da cultura portuguesa, como Domingos Bomtempo, Marcos Portugal e João de Sousa Carvalho. Além de músicas mais tradicionais com arranjos do próprio maestro de Zeca Afonso e Portugal a Cantar. Incluindo “Amor a Portugal”.

O convite para a regência surgiu da amizade com o maestro titular Miguel Campos Neto, e foi um momento singular. 

Segundo o maestro “todos são ótimos músicos, a Orquestra é muito boa. Eu gostei muito de trabalhar com eles”, referiu Filipe Cunha que considerou q noite “memorável”

“Não tenho palavras para descrever as emoções que vivi naquele palco, um Theatro lindíssimo e cheio de público entusiasta. Uma orquestra fantástica, repleta de grandes músicos, muito talentosos e com um resultado final brilhante”, disse.

Filipe Cunha agradeceu “a todos as mensagens e o carinho com que me receberam. Foi um privilégio. Bem hajam todos”, concluiu.

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