A baixa de impostos no concelho foi uma das promessas feitas aos caminhenses na campanha eleitoral das últimas eleições pela candidatura da direita, no entanto na apresentação do Plano de Atividades e Orçamento para 2026, o executivo liderado por Liliana Silva apenas reduziu em 0,01% o IMI, deixando inalterados os restantes impostos, nomeadamente IRS e derrama. No entanto, a chefe do executivo caminhense lembra que o mandato é de 4 anos e que durante esse tempo irá cumprir com o que prometeu à população e baixar mais impostos. A autarca justifica não poder neste momento prescindir das receitas do município para poder priorizar o investimento no concelho de Caminha e garantir assim a comparticipação municipal nas candidaturas apresentadas pela Câmara.

Na reunião de Câmara extraordinária realizada no passado dia 18 de dezembro, onde foram aprovados os documentos provisionais para o próximo ano, e depois de várias criticas deixadas pela oposição (PS), a chefe do executivo explicou que não baixava mais os impostos como foi sua promessa, porque a Câmara necessita de verbas para fazer face aos investimentos que vai ter de fazer no próximo ano resultantes de inúmeras candidaturas que vão ter de executar.

Rui Lages, vereador do partido socialista, disse que, à exceção do IMI, iria votar contra as restantes propostas relacionadas com impostos apresentadas pela Câmara,. uma vez que tinha sido promessa da Coligação OCP, baixar impostos.
Liliana Silva voltou ao tema para dizer que a sua expetativa era poder ir um pouco mais além no que toca ao IRS mas não foi possível porque, como referiu, quando chegou à Câmara deparou-se com muitas situações para resolver.
Liliana Silva a explicar porque não diminui já os impostos como prometeu durante a campanha eleitoral, e a lembrar que o seu mandato é de 4 anos e que durante esse tempo irá cumprir o que prometeu aos caminhenses.



