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Empresas da Região do Norte exportam mais de 20 mil milhões em 2016

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A participação das empresas da Região do Norte no comércio internacional de mercadorias tem registado níveis de crescimento muito assinaláveis das exportações e tem assegurado excedentes comerciais também crescentes, beneficiando de importantes ganhos de competitividade nos principais mercados de exportação. Destacam-se sobretudo a fileira do têxtil e do vestuário e alguns produtos da fileira automóvel, bem como as máquinas, aparelhos e materiais elétricos, o calçado, os produtos da fileira florestal e os metais comuns, entre outros produtos. A conclusão consta da publicação “NORTE ESTRUTURA – edição Outono de 2017”, vocacionada para a análise de tendências de médio e longo prazo da Região do Norte no contexto nacional.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2016, as empresas da Região do Norte exportaram mercadorias no valor global de 20.453 milhões de Euros e realizaram importações no montante de 14.687, gerando um excedente próximo de 5.766. Estes números prolongam a tendência de crescimento dos últimos anos, com as exportações a crescerem 5,8 por cento em valor em 2016 e a registarem, nos últimos três anos (entre 2013 e 2016), um crescimento à taxa média de 5,9 por cento ao ano.

Receitas dos Municípios registam, pela segunda vez consecutiva, crescimento superior às despesas

Outra dimensão em análise é a distribuição territorial da capacidade exportadora da Região, com 8 municípios a representar mais de metade das exportações do Norte (V. N. Famalicão, Maia, Guimarães, V. N. Gaia, S. M. Feira, Braga, Porto e Viana do Castelo), a que se juntam 10 municípios com mais quase um terço do total das exportações regionais: Oliveira de Azeméis, Felgueiras, Matosinhos, Barcelos, São João da Madeira, Vila do Conde, Santo Tirso, Bragança, V. N. Cerveira e Trofa.

Dos temas em destaque na publicação NORTE ESTRUTURA consta, igualmente, uma análise financeira aos municípios da Região do Norte, com as receitas a registarem, pela segunda vez consecutiva, um crescimento superior às despesas em 2016, não existindo nesse ano qualquer município em situação de rutura financeira.

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