“Caminha: Paragem dos autocarros para o festival EDP Vilar de Mouros instalada em pleno centro histórico”, publicada a 26 de Agosto de 2022

Data:

Ao abrigo da Lei de Imprensa, em conformidade com o Nº 4 do Artigo 27.º, é publicado o Direito de Resposta do município de Caminha relativamente a uma notícia publicada neste jornal no dia 26 de agosto com o título “Caminha: Paragem dos autocarros para o festival EDP Vilar de Mouros instalada em pleno centro histórico“.

 

DIREITO DE RESPOSTA

  1. “O texto publicado pelo menos online e na rede social Facebook: “Caminha: Paragem dos autocarros para o festival EDP Vilar de Mouros instalada em pleno centro histórico”, de 26 de agosto de 2022, é falso e sem qualquer fundamento;

  2. Não é verdade que “os únicos lugares de estacionamento do centro histórico de Caminha, condicionados a 15 minutos, e que servem os estabelecimentos comerciais da rua de São João e Praça Conselheiro Silva Torres” estejam ocupados;

  3. É falso e injurioso afirmar que “para o efeito foi retirada uma árvore recentemente plantada em frente à igreja da Misericórdia aquando da obra de requalificação do centro histórico de Caminha”;

  4. A Câmara Municipal de Caminha lutou e é responsável pelo regresso, crescimento e sucesso do Festival de Vilar de Mouros;

  5. É reconhecido o empenho do Município em envolver o comércio e as empresas locais no evento;

  6. Por isso permite que circulem 2 autocarros entre Caminha e Vilar de Mouros para transporte de passageiros e autorizou um local de entrada e saída de passageiros no Centro Histórico de Caminha, de forma provisória (só enquanto decorre o festival) que ocupa três lugares de estacionamento;

  7. É público que a árvore foi abalroada por uma viatura em manobras de estacionamento, tendo o condutor sido identificado pela GNR;

  8. O cepo da planta foi retirado do local para se proceder à plantação de uma nova;

  9. O Jornal poderia ter evitado o vexame de ser desmentido se tivesse querido saber dos factos, o que era sua obrigação em termos legais;

  10. Para tanto, bastava perguntar às pessoas que vivem ou trabalham na rua, às empresas envolvidas ou ao Município de Caminha;

  11. O jornal distorceu os factos, mentiu e não quis ouvir a “outra parte”, a parte visada, acusada de forma mentirosa.

Miguel Alves
Presidente da Câmara Municipal de Caminha”

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