A Câmara de Valença quer concessionar a exploração das casamatas do centro histórico (estruturas seculares encastradas nas muralhas) para comércio, por uma taxa mínima mensal que varia entre os 100 e os 600 euros, foi hoje divulgado.
Em comunicado, aquela autarquia do distrito de Viana do Castelo, informa que decorre até 16 de junho o concurso para a concessão de uso privativo das casamatas do centro histórico, “estruturas seculares encastradas nas muralhas da Fortaleza e situadas nos principais eixos de acesso à zona histórica e comercial”.
O programa do concurso, consultado pela Lusa, indica que a base de licitação dos cinco espaços, correspondente à taxa de renda mensal a pagar ao município, se situa nos 100, 250, 350 e 600 euros.
Estão disponíveis para exploração a Casamata do Revelim das Portas do Sol (para comércio), a do lado direito da Porta do Sol (comércio), a das Portas do Meio (comércio, restauração e bebidas), as duas da Porta da Coroada ((comércio, restauração e bebidas) e a do Revelim da Coroada (comércio).
“Distribuídas ao longo dos principais eixos de circulação da zona histórica, estas casamatas situam-se junto às portas de entrada da Fortaleza. Inseridas numa das zonas históricas com maior intensidade comercial do país, apresentam condições únicas para o desenvolvimento de atividades de comércio e restauração, beneficiando do fluxo permanente de visitantes nacionais e estrangeiros”, descreve a autarquia.
A Fortaleza de Valença é monumento nacional desde 14 de março de 1928 e encontra-se em processo de classificação como Património da Humanidade pela UNESCO.



