A Câmara Municipal de Caminha lançou na passada quarta feira em Diário da República, um concurso público para escolher a entidade que vai valorizar e conservar o património museológico do concelho pelo valor de pelo menos 295 mil euros.
Liliana Silva, Presidente da Câmara Municipal de Caminha, adianta que “o objeto concreto desta candidatura é criar a rede de museus do concelho de Caminha, intervenção alargada que vai envolver as várias unidades museológicas em funcionamento bem como os sítios arqueológicos mais importantes, unindo-os sobre uma linguagem estética comum.”
Para a autarca, “com esta linguagem comunicativa vai criar-se uma dinâmica de rede entre todos os espaços.”
Com isto, “vamos poder renovar o museu municipal de Caminha em todo o espaço que está relacionado com a exposição permanente e, por exemplo, na Torre do Relógio também haverá uma intervenção com a renovação dos elementos expositivos. Nos outros espaços existirão intervenções pontuais para permitir a linguagem de rede. É nossa prioridade que estejam todos ligados entre si”, disse Liliana Silva.
Um outro exemplo é em Lanhelas, “onde vamos criar um circuito de visita às gravuras rupestres para que as pessoas possam percorrer esse espaço natural de excelência percorrendo e observando este património arqueológico”, conclui.
O anúncio, publicado no dia 4 de fevereiro no Diário da República, indica que o valor do preço base do procedimento são 295 mil euros e que o prazo para a execução do contrato é de 24 meses (dois anos). O prazo para a apresentação das propostas termina no dia 02 de março, pelas 23:59, especifica o DR.



