A Câmara de Caminha está a preparar dois procedimentos, um para desmantelar o Ferryboat Santa Rita de Cássia que se encontra ancorado nos estaleiros de La Guardia, e um outro para contratar um operador que possa, através de uma embarcação de baixo calado, restabelecer a ligação entre as duas margens mas apenas para passageiros. A informação foi avançada ontem pela presidente da Câmara, Liliana Silva, em declarações ao Jornal C à margem da reunião de Câmara realizada ontem à tarde no Salão Nobre dos Paços do Concelho. A autarca voltou a reiterar que 1,2 milhões de euros para recuperar a embarcação é, na sua opinião, incomportável, mas essa, acrescentou, terá de ser uma decisão a tomar por todo o executivo numa reunião de Câmara a realizar no próximo mês de fevereiro.
Parado desde 2022 e com avarias que o impedem de retomar as viagens entre as duas margens, o Santa Rita de Cássia foi rebocado para o estaleiro em julho do ano passado (2025) a fim de ser avaliado.
Segundo a presidente da Câmara, Liliana Silva, o orçamento para a recuperação da embarcação, estimado em 1,2 milhões de euros é incomportável, e por isso a Câmara terá de decidir o que fazer com o velho ferry.
É isso que vai acontecer no próximo mês de fevereiro como avançou ao Jornal C a autarca, em declarações à margem da reunião de Câmara realizada ontem à tarde no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Na próxima reunião de 4 de fevereiro ou na seguinte a Câmara vai decidir o que fazer com o ferryboat Santa Rita de Cássia que, apesar de parado, custa aos cofres do município cerca de 75 euros por dia para estar ancorado no estaleiro.



