Arrancou hoje a festa do Alvarinho e do Fumeiro em Melgaço

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A Festa do Alvarinho e do Fumeiro tem-se afirmado ao longo dos anos, sendo de notar um crescendo nestes dois últimos anos, em que houve uma clara evolução do conceito, sem nunca perder a sua identidade e sempre focada na promoção e valorização da região e das suas principais caraterísticas. Dos vinhos alvarinho, ao fumeiro e ao artesanato, passando pelo turismo e pela gastronomia, a Festa do Alvarinho e do Fumeiro reúne as características populares que estiveram na sua origem e a evolução natural assinalada ao longo dos anos. Durante três dias assiste-se a uma mostra dos produtos locais ao Minho, a Portugal e ao mundo: todos os anos são muitos (e cada vez mais) os que de Portugal, e não só, se deslocam ao ‘Destino de Natureza mais Radical de Portugal’ para participar neste certame de renome, um evento incontornável na rota das festas gastronómicas do país.

PROGRAMA DIVERSIFICADO

30 produtores de alvarinho, 18 de queijos, fumeiros e produtos locais, 8 instituições e empresas, de diferentes ramos, e 6 tasquinhas, com uma Zona de degustações com capacidade para mais de 400 pessoas sentadas; um Auditório de showcooking, com chefes de renome: Cristina Manso Preto, Luís Américo, Rui Ribeiro e Vitor Matos; e provas comentadas de vinhos com o sommelier Manuel Moreira, são propostas tentadoras para estes três dias. Mas, para além da exposição, prova e venda de produtos, o programa do evento oferece momentos de animação musical, diurna e noturna, e ainda toda uma gama de atividades paralelas, de animação turística e desportiva, que vão dar a conhecer a região.

Não podemos descurar a grande importância deste evento para toda a economia local que, há mais de 20 anos, é impulsionada também através deste evento, sejam os produtores de Vinho Alvarinho, sejam os do Fumeiro que, em 2015, viram este produto ser distinguido pela Comissão Europeia, através da integração do presunto e da chouriça de carne na lista dos produtos com Indicação Geográfica Protegida (IGP), juntando-se assim ao salpicão e à chouriça de sangue. Estes produtos são o resultado do saber-fazer das populações de Melgaço, que conhecem as técnicas de fabrico tradicionalmente utilizadas e que foram transmitidas de geração em geração.

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