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InícioOpiniãoA Bandeira do Pong e do Ping

A Bandeira do Pong e do Ping

A 1 de Dezembro de 1640, João
Pinto Ribeiro e 40 Fidalgos, subiram
ao Paço, prenderam a Duquesa de
Mântua e atiraram Miguel de
Vasconcelos pela Janela”

Manual da História de Portugal, 1950

 

Já Nem a Bandeira Nacional Respeitam

Bandeira 2

Depois de introduzir no primeiro ciclo as aulas de cidadania que visam doutrinar futuros cidadãos a tudo tolerantes, sem lhes ensinar deveres nem literacia financeira; renegam Mário Soares e envergonham-se do 25 de Novembro, querem censurar críticas aos políticos nas redes sociais e pasme-se, inventam uma nova Bandeira Nacional.

Não teria o decadente Governo nada melhor onde gastar 80.000 €, do que pagar a uma qualquer agência de comunicação para criar um novo símbolo que ainda por cima não diz Governo, mas usurpa a expressão “República Portuguesa”, como se fossem uma e a mesma coisa?

Se isto fosse um ato isolado ficava apenas o ridículo e mais um desperdício financeiro. Mas esta mais recente diatribe do Governo de António Costa, vem na linha de outras que analisadas no seu conjunto, mostram que não são um acaso- ou resultado dum ocaso intelectual- infelizes, mas sim, fazendo parte duma estratégia ideológica indigna dos valores fundadores do Partido Socialista e do seu papel na Democracia Portuguesa.

Há uns anos foi a introdução das aulas de cidadania com um programa marcadamente ideológico, centrado nas questões de gênero e sexo, ignorando que formar um cidadão de corpo inteiro é muito mais do que ensinar-lhe tolerância e indiferença.

Entretanto, paulatinamente nos últimos anos, o PS de Mário Soares que liderou as forças democráticas que impediram a deriva estalinista em 1975, foi enterrado por aqueles que nessa época eram Marxistas, Trotskistas ou Maoistas e se mudaram de lado aderindo sorrateiramente ao PS nos anos 80, para agora serem senadores.

Uma das tentativas de condicionamento estalinista da liberdade de expressão, foi obra de Mariana Vieira da Silva, essa Ministra fruto do nepotismo, que já em 2020 tinha anunciado que “o governo vai passar a monitorizar o discurso na Internet à procura de discurso de ódio, para identificar autores e acompanhar processos de queixas.”

Pois há uns dias, aproveitando uma diretiva europeia de combate a abusos sexuais e pornografia infantil, a ser votada na comissão de direitos, liberdades e garantias do Parlamento, o PS introduziu uma alteração que visa aplicar a censura agora nas redes sociais, limitando o discurso dos portugueses sobre políticos e figuras políticas.

O que é que o Combate a Abusos Sexuais e Pornografia Infantil, tem a ver com os comentários sobre políticos, chamar Fascista a André Ventura ou Estalinista à Mariana Mortágua?

Pois para o PS do Século XXI, parece que tudo está ligado. Os meios de Comunicação nacional, salvo as exceções sensacionalistas, não são grande problema porque, estrangulados financeiramente e dependentes das receitas dos serviços públicos, a maioria não podem pagar mais do que salários baixos e assim se limitam ao copy-paste dos press releases já escritos pelos spin-doctors.

Doutrine-se nos bancos da escola, reescreva-se a história ignorando factos, datas e heróis, mudem-se à socapa os símbolos nacionais e censure-se as redes sociais.

Se isto não é Estalinista e Fascista, é o quê?

Bandeira 1

Vila Real, 30 de Novembro 2023

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