Monção: Bairro com investimento de 5,2 ME para recuperar 50 casas e construir 32

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O bairro da Imaculada Conceição, em Monção, está a ser alvo de um investimento de cerca de 5,2 milhões de euros para reabilitar as 50 habitações existentes e construir 32 novas casas a custos controlados, revelou hoje a autarquia.

Em comunicado, aquele município do distrito de Viana do Castelo indicou que já começou a montagem do estaleiro para a construção de 32 novas habitações e respetivos arruamentos naquele bairro de Troviscoso, num investimento de 3,6 milhões de euros.

A intervenção prevista, baseada no projeto da operação de loteamento para a requalificação e ampliação do Bairro da Imaculada Conceição, “compreende sete lotes para habitação unifamiliar a custos controlados”.

A empreitada envolve “a demolição de dois lotes existentes, com habitações em construção pré-fabricada, datada de 1976”.

Está também planeada “a execução de arruamentos, passeios arborizados, estacionamento público e espaços verdes”.

A Câmara vai também prolongar a rua Fernão Magalhães, ligando-a à rua Aristides de Sousa Mendes “a uma cota inferior a sul, que serve de entrada para o centro urbano, a partir da Estrada Nacional 202”.

De acordo com a autarquia, “a criação de mais habitação social no concelho é uma aposta estratégica”.

No âmbito da Estratégia Local de Habitação, o município está a reabilitar as 50 habitações sociais do Bairro da Imaculada Conceição, numa obra orçada em cerca de 1,5 milhões de euros, explicou à Lusa fonte municipal.

“Os trabalhos consistem na reparação/execução de revestimento de paredes exteriores, pintura de paredes interiores, colocação de tetos falsos, bem como substituição de pavimentos, caixilharia, portas e equipamentos sanitários”, descreve a Câmara de Monção numa nota de imprensa.

A empreitada inclui a manutenção/reparação das redes prediais de água, saneamento e eletricidade.

“Nas habitações onde houver necessidade, a intervenção engloba, ainda, a execução da instalação da rede de gás”, acrescenta.

A autarquia esclarece que algumas das casas estão “devolutas e outras em razoável estado de conservação”, pelo que a requalificação é feita “de forma autónoma e diferenciada, de acordo com o grau de debilidade de cada fogo”.

LUSA

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