Porque hoje é sexta: TOLERÂNCIA

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O português é suave, o povo é sereno, é só fumaça. Até quando este povo vai tratar da sua vidinha, auto-complacente, enquanto vê como delapidam os dinheiros públicos?

Haja tolerância, dizem os meninos da esquerda, agora Caviar, porque há muito deixaram de ter pais e tios operários e camponeses, porque os filhos desses já deixaram outra vez de chegar à universidade.

Haja tolerância e subsídios de toda a espécie, para os Imigrantes que chegam à procura do SNS para tratar as maleitas que já trazem; e de escolas inclusivas para os filhos com problemas; mal sabendo que nem aos portugueses que cá pagam impostos há 40 anos estas respondem como deve ser.

Haja tolerância para todas as minorias que juntas não representam nem 10% da população portuguesa, sendo que 9 milhões, tem de tolerar esse milhão de diferentes. Pois há tolerância, há, pena que inclua tolerar o intolerável.

Esses meninos ex-trotskistas, ex-maoistas, ex-comunistas, ex-marxistas, ex-tudo para terem o seu tachinho, toleram que haja milhões de pensionistas que vivem com menos de 500€ por mês, toleram que haja milhões de portugueses a trabalhar 8, 10 ,12 horas por dia, para levarem para casa 1000 € no fim do mês.

E são esses Tolerantes das chamadas esquerdas, que de esquerdas já nada tem, que usam o argumento economicista e falacioso das contribuições para a segurança social que esses Imigrantes fazem, como se aqueles que andam cá há 40 anos a contribuir valessem zero. E que IRS pagam os Imigrantes com salários mínimos?

É isto que as pseudoelites da bolha politico-mediático-universitária de Lisboa querem vender ao zé-povinho, quando na realidade estão a satisfazer quem os paga e financia, porque esses Imigrantes são o que sempre são os Imigrantes: mão de obra mais barata, mais submissa, menos informada.

Isto é a esquerda portuguesa que o PS vai acolhendo e integrando como fez historicamente desde os anos 80.  É a esquerda que é mais conservadora que qualquer direita, porque é reacionária a qualquer mudança.

Enquanto a direita é Conservadora nos valores e nos princípios, esta esquerda caviar é Conservadora nos privilégios, nos tachos, nos lugares, nas funções. Querem sempre mais estado, mais instituições, mais associações, mais lugares para eles e os amigos. Para conservar os “direitos adquiridos”, deles, está claro.

E para manterem essas estruturas que vivem à custa dos nossos impostos, não tem pejo em usar hipocritamente como desculpa os Imigrantes, os Gays, as Mulheres Maltratadas, Os Negros, os animais, o que seja.

Esquecem uma coisa: São cada vez menos a pagar impostos para alimentar esses clubes de poetas mortos e estão a estrangulá-los. O português suave, quando lhe desviam a Água, resolve à Sacholada.

Leiria, 21 de Junho de 2024

Carlos Araújo
Carlos Araújo
Economista

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