Caminha: Escassez de lampreia desanima pescadores do rio Minho

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Não há memória de uma safra tão fraca como a deste ano. Mais de dois meses após a  abertura da safra à lampreia que aconteceu no passado dia 2 de janeiro, a lampreia teima em não entrar no rio e os pescadores não escondem o desânimo. Neste momento garantem que não estão a ganhar para a despesa. As muitas licenças que são obrigados a tirar para poderem exercer a atividade e o preço elevadíssimo dos combustíveis está a levar a que alguns pescadores estejam a largar a pesca para se dedicarem a outras atividades. Alguns até ponderam mesmo emigrar.

Numa análise rápida aos números, facilmente se percebe que nos últimos anos se tem verificado um abandono significativo desta atividade. Só para se ter uma ideia, na freguesia de Seixas onde a atividade da pesca era uma das principais fontes de rendimento, com mais de 100 embarcações, neste momento contam-se pelos dedos das duas mãos, o número de embarcações no ativo, “cerca de 15”, avança Ilídio Pita, pescador naquela freguesia.

Pode ler o texto na íntegra na edição em papel do Jornal C de fevereiro de 2023, já nas bancas.

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