A recuperação da atividade da pirotecnia em Portugal não está a correr, de acordo com o “Jornal de Notícias”, como os empresários esperavam.
Segundo o Jornal Expresso, as encomendas de comissões de festas de todo o país estão já aos níveis dos anos anteriores à pandemia, mas restrições do Governo travam espetáculos.
As câmaras municipais têm agora a competência de licenciar os espetáculos de fogo de artifício e, por isso, os empresários culpam as autarquias de não ajudar à retoma da atividade de pirotecnia em Portugal.“Há dezenas de espetáculos de festas recusados por autarquias. Quase arriscava dizer que são centenas. Se incluirmos os que foram cancelados por decreto governamental, quando são lançados os alertas, são certamente centenas”, afirma o membro da direção da Associação Nacional de Empresas de Pirotecnia e Explosivos (ANEP) e empresário do sector, Pedro Gonçalves.
Não é o caso de Caminha já que, segundo a Comissão de Festas em honra de Santa Rita de Cássia, recebeu autorização para lançar o habitual fogo de artifício no domingo à noite.