V.N. de Cerveira: Concelho é o 2º mais exportador do Norte de bens de indústrias de média tecnologia

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Vila Nova de Cerveira é o 2º concelho mais exportador do ramo automóvel em toda a Região Norte, constituída por 86 municípios, anunciou hoje a Câmara de Cerveira em comunicado.

Vila Nova de Cerveira exporta 23,1% de bens de indústrias de média tecnologia. Acresce ainda que apenas os dois concelhos melhor posicionados – Bragança e Cerveira – são responsáveis por mais de metade (52%) de todas as exportações desta categoria.

O estudo da Comissão de coordenação e Desenvolvimento Regional Norte (CCDR-N), que acompanha a Estratégia de Desenvolvimento do Norte para Período de Programação 2021-27, reforça ainda que a localização destas indústrias de média tecnologia (ramo automóvel) em Vila Nova de Cerveira explica-se, em parte, pela integração das suas empresas em cadeias de valor transfronteiriças.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, este estudo só vem comprovar a importância e o impacto singular da dinâmica empresarial transfronteiriça Galiza-Norte de Portugal, “numa altura em que ambos os Governos teimam em castigar os trabalhadores transfronteiriços e os empresários esta região, afunilando a sua circulação diária por um único ponto de passagem autorizado, o de Valença-Tui”. “Temos testemunhos pessoais e empresariais, temos estudos e estatísticas que corroboram esta intensa, permanente e produtiva realidade empresarial transfronteiriça, só falta os Governos de Portugal e de Espanha valorizarem realmente a produtividade que se vive nesta região”.

Fernando Nogueira recorda que o concelho de Vila Nova de Cerveira dispõe de um parque de acolhimento empresarial que alberga dezenas de empresas “que dão trabalho a mais de 4300 trabalhadores, dos quais várias centenas são oriundos da região da Galiza e que as empresas instaladas neste parque têm uma relação umbilical com a Galiza, pois a grande maioria tem origem em empresas-mãe da Galiza, pelo que a relação existe uma permanente, quer a nível de administrações, direções técnicas e trabalhadores”.

Ainda de acordo com o estudo aprovado pelo Conselho Regional da CCDR-N, o Norte tem sido, destacadamente, a Região mais exportadora do país. Em 2019, as exportações de bens atingiram o valor de 22.929 milhões de euros, cerca de 38,3% do total nacional. O grau de internacionalização da economia, medido pela intensidade exportadora das sub-regiões, é bastante diverso, refletindo especificidades regionais associadas à especialização económica, às vantagens comparativas dos produtos exportados e ao grau de integração económica.

Em 2018, os valores mais elevados de intensidade exportadora foram observados nas sub-regiões do Ave (60,0%), do Alto Minho (53,7%), de Terras de Trás-os-Montes (45,1%) e do Cávado (40,0%). Com uma intensidade exportadora inferior à da economia regional situavam-se a AM Porto (34,8%) e as sub-regiões do Tâmega e Sousa (33,1%), do Alto Tâmega (6,5%) e do Douro (3,8%).

Acresce ainda que apenas os dois concelhos melhor posicionados – Bragança e Cerveira – são responsáveis por mais de metade (52%) de todas as exportações desta categoria.

Vila Nova de Cerveira exporta 23,1% de bens de indústrias de média tecnologia por mais de metade (52%) de todas as exportações desta categoria.

O estudo da Comissão de coordenação e Desenvolvimento Regional Norte (CCDR-N), que acompanha a Estratégia de Desenvolvimento do Norte para Período de Programação 2021-27, reforça ainda que a localização destas indústrias de média tecnologia (ramo automóvel) em Vila Nova de Cerveira explica-se, em parte, pela integração das suas empresas em cadeias de valor transfronteiriças.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, este estudo só vem comprovar a importância e o impacto singular da dinâmica empresarial transfronteiriça Galiza-Norte de Portugal, “numa altura em que ambos os Governos teimam em castigar os trabalhadores transfronteiriços e os empresários esta região, afunilando a sua circulação diária por um único ponto de passagem autorizado, o de Valença-Tui”. “Temos testemunhos pessoais e empresariais, temos estudos e estatísticas que corroboram esta intensa, permanente e produtiva realidade empresarial transfronteiriça, só falta os Governos de Portugal e de Espanha valorizarem realmente a produtividade que se vive nesta região”.

Fernando Nogueira recorda que o concelho de Vila Nova de Cerveira dispõe de um parque de acolhimento empresarial que alberga dezenas de empresas “que dão trabalho a mais de 4300 trabalhadores, dos quais várias centenas são oriundos da região da Galiza e que as empresas instaladas neste parque têm uma relação umbilical com a Galiza, pois a grande maioria tem origem em empresas-mãe da Galiza, pelo que a relação existe uma permanente, quer a nível de administrações, direções técnicas e trabalhadores”.

Ainda de acordo com o estudo aprovado pelo Conselho Regional da CCDR-N, o Norte tem sido, destacadamente, a Região mais exportadora do país. Em 2019, as exportações de bens atingiram o valor de 22.929 milhões de euros, cerca de 38,3% do total nacional. O grau de internacionalização da economia, medido pela intensidade exportadora das sub-regiões, é bastante diverso, refletindo especificidades regionais associadas à especialização económica, às vantagens comparativas dos produtos exportados e ao grau de integração económica.

Em 2018, os valores mais elevados de intensidade exportadora foram observados nas sub-regiões do Ave (60,0%), do Alto Minho (53,7%), de Terras de Trás-os-Montes (45,1%) e do Cávado (40,0%). Com uma intensidade exportadora inferior à da economia regional situavam-se a AM Porto (34,8%) e as sub-regiões do Tâmega e Sousa (33,1%), do Alto Tâmega (6,5%) e do Douro (3,8%).

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