A edição 2016 do Festival Vilar de Mouros, que decorreu entre 25 e 27 de agosto, foi um sucesso, tendo recebido cerca de 22 mil pessoas durante três dias de concertos.
O presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, fala de “um regresso em grande” do festival mais antigo da península ibérica que esteve adormecido durante uma década. “Levantámos o espírito do festival”, sublinha o autarca
O autarca assegura ainda a continuidade do Woodstock” português nos próximos cinco anos, o prazo de vigência do protocolo assinado com a Câmara Municipal de Caminha e as empresas responsáveis pela organização do festival, sem dependências de ciclos políticos. Miguel Alves garante que em 2017 o objectivo é “subir a fasquia”
Sem adiantar números, o presidente da Câmara de Caminha realça também a importância “marca Vilar de Mouros” para o concelho. “Ao longo destes dias podemos perceber que os hotéis no concelho e fora dele se apresentavam com grandes taxas de ocupação. A restauração também foi beneficiada, quer nos aspectos mais ligados à própria organização, quer aos convidados. Em Vilar de Mouros, o impacto foi extraordinário”, afirmou Miguel Alves.



