Caudal do Rio Minho: Uniminho reage ao descartar de responsabilidades da Gas Fenosa

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A Uniminho vai convocar parceiros, entidades e associações com ligação ao rio Minho para, em conjunto, “definir uma estratégia de defesa daquele troço de água internacional e das suas espécies”.
Em comunicado, a associação transfronteiriça constituída por 16 municípios portugueses e galegos justifica a decisão alegando que a Gas Natural Fenosa, concessionária da barragem da Frieira, não esclareceu as questões colocadas sobre a gestão do caudal ecológico do rio Minho.
Aquela empresa “assume o cumprimento de todas as condicionantes exigidas, entre elas a evacuação do caudal ecológico, evidenciando a ausência de qualquer funcionamento anormal ou distinto ao habitual nestas instalações”.
Para o presidente da Uniminho, Manoel Batista, trata-se de uma “não resposta, sem fundamentação, uma vez que a explicação dada indica o cumprimento de todas as diretrizes quando o que se presencia ‘in loco’ é bem diferente”.
Recorde-se que a Uniminho acusou a Gas Natural Fenosa, de “má gestão” dos caudais do rio, provocando “graves lesões” nos ecossistemas daquele curso internacional.

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