Governo apresenta Plano de Acção para a Vigilância e Controlo da Vespa Asiática

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O Plano de Acção para a Vigilância e Controlo da Vespa Velutina em Portugal vai ser apresentado amanhã em Arcos de Valdevez pelo Secretário de Estado do Ordenamento do Território e pelo Secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-alimentar.

A apresentação do plano de combate à vespa asiática, uma predadora da abelha nacional, está marcada para as 10 horas da manhã na Casa das Artes.

Segundo fonte do Governo, “este plano de acção tem por objectivo enquadrar a actuação nacional face à disseminação da vespa velutina em Portugal continental”. O plano identifica as responsabilidades e tarefas atribuídas às diversas entidades oficiais, apicultores e outros intervenientes e estabelece também  as acções a desenvolver para diminuir o impacto causado pela vespa asiática nas zonas onde já se encontra instalada e prevenir a disseminação da espécie a outras áreas.

O plano foi desenvolvido pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, com o contributo do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, tendo sido finalizado em articulação com as Comunidades Intermunicipais, Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR e Direcções Regionais de Agricultura e Pescas.

Uma das entidades envolvidas é a APIMIL, a Associação Apícola entre Minho e Lima, que foi a primeira a denunciar a presença da vespa asiática em Portugal, já depois de a praga estar instalada em países como França e Espanha. No Alto Minho, e como revela o técnico apícola Miguel Maia, a APIMIL vai ficar responsável pela vigilância da presença da vespa na região.

Este plano apresentado pelo Governo vai ter como missão tentar controlar a progressão da invasora em território nacional. As autoridades já assumem que erradicação desta predadora da abelha não é possível.

 

Este plano de combate à vespa asiática há muito que é reivindicado pela APIMIL. Miguel Maia, o técnico apícola, admite que o plano governamental poderia ser mais  eficaz e peca por ser tardio.

 

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