Em 3 Outubro, 2019 Por Em Cultura

Mário Costa com OJE no Sá de Miranda

Baterista Vianense está acompanhado pela Orquestra de Jazz de Espinho na noite de 31 de Outubro (véspera de feriado), no Teatro Municipal Sá de Miranda (Viana do Castelo) pelas 21h30, a apresentar maioritariamente temas do disco Oxy Patina e alguns temas do repertório internacional de BigBand que têm a bateria como principal protagonista.

Orquestra de Jazz de Espinho que conta com a direcção Músical de Daniel Dias e Paulo Perfeito, apresenta assim em noite de Halloween o espectáculo “No princípio era o ritmo…”

Titular de uma versatilidade ímpar, o baterista Mário Costa é uma presença ubíqua nos mais diversos projectos de pop, rock e fado. É, no entanto, na estética jazzística que Mário se sente mais confortável, partilhando regularmente os palcos com os músicos mais importantes do panorama europeu. A sua musicalidade e talento criativo são evidenciados no seu álbum de estreia Oxy Patina, acolhido internacionalmente com agrado. Nesta parceria com a Orquestra de Jazz de Espinho vamos perscrutar sonoridades e reportórios diversos em que o baterista é o elemento central.

Consagrado pela crítica internacional como uma das principais referências da bateria no jazz europeu, Mário Costa construiu um notável percurso musical ao longo dos anos. Com mais de 400 concertos realizados enquanto baterista de artistas portugueses como António Zambujo e Ana Moura, integra em simultâneo e ininterruptamente diversas formações de jazz nacionais, como o Ensemble Super Moderne, Hugo Carvalhais Nebulosa e Gileno Santana Metamorphosis. Internacionalmente, é membro do supergrupo revelação do jazz europeu Emile Parisien – Sfumato, com quem editou já dois disco, consagrando Mário Costa ao lado das maiores figuras do jazz mundial como os lendários Michel Portal, Joachim Kühn e Wynton Marsalis.

Em 2018, Mário Costa lançou o álbum Oxy Patina (CleanFeed), a estreia em nome próprio e como compositor, que já recebeu o máximo das estrelas pela revista Jazz.pt e lhe atribuiu os títulos de “melhor disco do ano” e “músico de jazz nacional do ano”.

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Miguel Estima