Em 6 Setembro, 2019 Por Em Política

Abertura do Centro de Diálise de Monção ainda se encontra na fase de análise de necessidades

Após insistência da Deputada do Alto Minho Liliana Silva, Ministra da saúde responde informando que a abertura deste centro ainda não tem data marcada

 

Em resposta à pergunta da deputada do Alto Minho Liliana Silva, sobre a necessidade urgente de abertura do centro de diálise de Monção, a Ministra da saúde responde que o processo ainda se encontra em análise de necessidade, assim como do seu custo benefício para efeito da celebração da convenção.

Segundo a deputada Liliana silva, esta resposta é “ inaceitável, porque está tudo pronto para funcionar e os Monçanenses e todos os alto Minhotos no geral merecem melhores condições. Não podemos aceitar que, com um equipamento pronto e preparado para receber utentes, a população do Vale do Minho tenha que andar de transporte para outros concelhos mais distantes .”

A Ministra refe no seu ofício que ainda está a analisar o custo benefício deste centro.

No entanto é claro que, para além do bem estar dos utentes, que deve ser sempre a prioridade de quem decide nestas matérias, também é de referir a poupança que se teria ao evitar o dinheiro gasto em transporte de utentes, para outros concelhos mais distantes, quando têm um espaço, completamente equipado e pronto a ser utilizado mesmo à sua porta.

O Centro de hemodiálise, da Santa Casa da Misericórdia de Monção está completamente equipado e pronto a ser usado.

O seu funcionamento evitaria os constrangimentos decorrentes da deslocação de dezenas de utentes para Ponte de Lima por forma a efetuarem os seus tratamentos.

Liliana Silva remata a sua indignação afirmando “ Tanto tempo para decidir e assinar um protocolo é no mínimo, um ataque a todo o Alto Minho. Isto é uma situação lamentável.

O Alto Minho e os Monçanenses merecem mais respeito e celeridade no tratamento dos processos por parte da tutela.”

O Centro de Diálise de Monção não será usado por quem mais precisa nos próximos tempos, conforme resposta da Ministra da Saúde, Marta Temido, que informa que ainda estão a analisar os benefícios da celebração desta convenção.

 

 

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Cidália Aldeia

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